Como vimos no encontro passado, os grupos irão estudar processos criativos já realizados, que apresentem materiais que de alguma forma o registrem.
A interrogação desse registros será realizada de duas formas:
a- discussão metodológica para cada tipo de estudo e análise documental
b- prática de estudo e análise documental em grupo, provendo material que vai alimentar o blog de observação.
Como foi colocado em sala de aula, vamos nos concentrar prioritariamente em processos criativos relacionados às Artes Cênicas, e que já foram realizados e produziram alguma forma de documento (vídeo, fotos, textos, arquivos de som)
Ainda, vamos nos concentrar em processos criativos de outras pessoas, ou seja, processos criativos dos quais não participamos. Essa distinção entre observação e auto-observação no contexto dessa disciplina é um recurso metodológico para formar práticas de estudo para artistas pesquisadores. Ao se deter sobre um processo criativo alheio, o pesquisador artista efetiva tanto a observação quanto a auto-observação mais de uma outra forma: ao ter de dialogar com seus colegas sobre as observações sobre um processo criativo e explicitar por escrito tais observações, o artista pesquisador passa tanto a observar um processo criativo, quanto examinar a si mesmo, as suas estratégias de observação e análise de um processo criativo.
Com isso, podemos identificar alguns momentos deste curso:
1-preparação para a atividade de observação e análise. Neste momento, teremos as seguintes atividades: escolha dos grupos, escolha dos processos que serão observados, discussão de modelos e técnicas de registro e observação de eventos cênicos, discussão de práticas de dramaturgia, elaboração de um roteiro de atividades para os grupos de observação. Ao fim deste módulo, cada grupo vai apresentar um projeto de observação que apresenta o processo criativo investigado e o roteiro das atividades.
2- trabalho de grupo na observação e análise dos processos escolhidos, com levantamento de dados e produção de registros e sua disponibilização em um sítio eletrônico(blog).
3- Avaliação do material levantado em um seminário da disciplina.
Este curso busca formar, a partir dos módulos, uma comunidade de aprendizagem, na qual todos as informações, dúvidas e descobertas são socializadas, permitindo que todos os integrantes da disciplina observem os trabalhos dos outros e tenham seus trabalhos observados.
Indicações bibliográficas:
BAUER, M.&GAESKEL, G. Pesquisa qualitativa com texto, imagem e som. Editora Vozes, 2008
BEAUD,S. & WEBER, F. Guia para a pesquisa de campo. Editora Vozes, 2007.
DE MASI, D. Criatividade e grupos criativos. Sextante, 2003.
DE MASI, D. A Emoção e a Regra: Grupos Criativos na Europa de 1850 a 1950. José Olympio, 1999.
GALIZIA, R. Processos Criativos de Robert Wilson. Perspectiva, 1986.
MOTA, M. “Luigi Pareyson e análise da experiência estética: do pensar o pensamento para pensar o fazer” In: Anais do XIII Encontro Nacional da ANPAP. Brasília : Instituto de Artes -UnB, 2004.
MOTA, M. “Participação, observação e relato: Redefinição do conceito de Teoria e implicações para metodologia de estudo de processos criativos” Anais V Reunião Científica de Pesquisa e Pós-Graduação em Artes Cênicas, São Paulo, 2009.
NAPOLI, F. Luigi Pareyson e a estética da formatividade: um estudo de sua aplicabilidade à poética do Ready-made. Dissertação de Mestrado, UFOP, 2008.Link http://www.tede.ufop.br/tde_busca/arquivo.php?codArquivo=408.
PAREYSON, L. Os problemas da estética. Martins Fontes, 2005.
PAREYSON, L. Estética da formatividade. Vozes,1993.
A interrogação desse registros será realizada de duas formas:
a- discussão metodológica para cada tipo de estudo e análise documental
b- prática de estudo e análise documental em grupo, provendo material que vai alimentar o blog de observação.
Como foi colocado em sala de aula, vamos nos concentrar prioritariamente em processos criativos relacionados às Artes Cênicas, e que já foram realizados e produziram alguma forma de documento (vídeo, fotos, textos, arquivos de som)
Ainda, vamos nos concentrar em processos criativos de outras pessoas, ou seja, processos criativos dos quais não participamos. Essa distinção entre observação e auto-observação no contexto dessa disciplina é um recurso metodológico para formar práticas de estudo para artistas pesquisadores. Ao se deter sobre um processo criativo alheio, o pesquisador artista efetiva tanto a observação quanto a auto-observação mais de uma outra forma: ao ter de dialogar com seus colegas sobre as observações sobre um processo criativo e explicitar por escrito tais observações, o artista pesquisador passa tanto a observar um processo criativo, quanto examinar a si mesmo, as suas estratégias de observação e análise de um processo criativo.
Com isso, podemos identificar alguns momentos deste curso:
1-preparação para a atividade de observação e análise. Neste momento, teremos as seguintes atividades: escolha dos grupos, escolha dos processos que serão observados, discussão de modelos e técnicas de registro e observação de eventos cênicos, discussão de práticas de dramaturgia, elaboração de um roteiro de atividades para os grupos de observação. Ao fim deste módulo, cada grupo vai apresentar um projeto de observação que apresenta o processo criativo investigado e o roteiro das atividades.
2- trabalho de grupo na observação e análise dos processos escolhidos, com levantamento de dados e produção de registros e sua disponibilização em um sítio eletrônico(blog).
3- Avaliação do material levantado em um seminário da disciplina.
Este curso busca formar, a partir dos módulos, uma comunidade de aprendizagem, na qual todos as informações, dúvidas e descobertas são socializadas, permitindo que todos os integrantes da disciplina observem os trabalhos dos outros e tenham seus trabalhos observados.
Indicações bibliográficas:
BAUER, M.&GAESKEL, G. Pesquisa qualitativa com texto, imagem e som. Editora Vozes, 2008
BEAUD,S. & WEBER, F. Guia para a pesquisa de campo. Editora Vozes, 2007.
DE MASI, D. Criatividade e grupos criativos. Sextante, 2003.
DE MASI, D. A Emoção e a Regra: Grupos Criativos na Europa de 1850 a 1950. José Olympio, 1999.
GALIZIA, R. Processos Criativos de Robert Wilson. Perspectiva, 1986.
MOTA, M. “Luigi Pareyson e análise da experiência estética: do pensar o pensamento para pensar o fazer” In: Anais do XIII Encontro Nacional da ANPAP. Brasília : Instituto de Artes -UnB, 2004.
MOTA, M. “Participação, observação e relato: Redefinição do conceito de Teoria e implicações para metodologia de estudo de processos criativos” Anais V Reunião Científica de Pesquisa e Pós-Graduação em Artes Cênicas, São Paulo, 2009.
NAPOLI, F. Luigi Pareyson e a estética da formatividade: um estudo de sua aplicabilidade à poética do Ready-made. Dissertação de Mestrado, UFOP, 2008.Link http://www.tede.ufop.br/tde_busca/arquivo.php?codArquivo=408.
PAREYSON, L. Os problemas da estética. Martins Fontes, 2005.
PAREYSON, L. Estética da formatividade. Vozes,1993.
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